
Devido a um longo período de seca na terra de Canaã, os descendentes hebreus foram obrigados a migrarem para o Egito, isso por volta de 1.700 a.C.
Com o passar do tempo a população hebréia tornou-se numerosa. Durante este período migratório do povo hebreu, o Egito passava por um período de invasão dos Hicsos o que decorreu numa aceitação cordial dos egípcios em relação ao povo hebreu.
O que se modificou após a retomada do poder dos egípcios. Onde iniciou um período de servidão e cativeiro, visto que todo o povo era propriedade de Faraó.
Conforme a explanação de Federico Arborio Mella em seu livro, O Egito dos faraós: “...com o Egito independente era quase impossível que um 'homem da terra', como era José, fosse condecorado com semelhante cargo. Os egípcios eram muito orgulhosos, tanto que chamavam a si mesmos 'Os homens', os únicos; e para com os 'asiáticos' mostravam um grande desprezo”.
Em outra passagem a seguir (p. 147) o autor reitera “Por outro lado, para os hicsos, José era 'um dos seus'."
Relatos bíblicos descrevem a eleição de um homem escolhido para comandar o povo hebreu a terra da Promessa.
Moisés antes de conduzir o povo hebreu rumo a Canaã, teve a difícil tarefa de persuadir Faraó a liberar os hebreus.
O que ocasionou que dez pragas caíssem sobre o Egito para que Faraó permitisse a saída dos hebreus. Essa saída aconteceu aproximadamente no ano de 1250 a.C. Segundo a Bíblia Hebraica “E a permanência dos filhos de Israel no Egito foram de 430 anos”. Êxodo 12:40.